E lá estava Katrina, novamente. Perdida em um labirinto que não tem saída, em um Mundo onde não tem um sentido próprio. Lá estava ela, sem saber pra onde ir, sem saber o que pensar. Era definitivamente Katrina. Como sempre, cansada. Confusa. `A Felicidade Virá´

Anonymous: que lol, assaltar um lugar, lol. poste maisssss

haha, eu sempre quis escrever esses tipos de cena e páh. Essa semana eu posto (;

1 year ago with 0 notes

Cap. 2 Pt. 2 - Where´s my mind (Pixies)

  No começo eu achei que era brincadeira, mas depois o Gus me disse que ele estava falando sério. Depois naquele desafio a brincadeira acabou, e eu fui obrigada a assaltar o posto. Aceitei.

   Desci as escadas acompanhada pelo Gus e por Leandro. Leandro estava quieto e com um sorriso nos lábios. Fomos a cozinha.

Gus: Toma, é uma arma de brinquedo, mas vai dar certo.

Minha pessoa: Eu ganho alguma coisa com isso?

Leandro: Liberdade.

   Ele disse um pouco baixo, mas consegui escutar. Peguei um moletom do Gus verde musgo e coloquei minha mão com a arma dentro do bolso do moletom. Como o posto era perto e quase deserto, os que estavam jogando foram comigo. No caminho eu ouvi gente cochichando: `Ele vai levar ela com ele, como sempre.´ Não entendi muito bem, mas continuei andando.

   O posto não tinha absolutamente ninguém, só se via o poste com aquela luz que dói os olhos e a loja de salgadinhos e bebidas lá atrás. Não tinha absolutamente ninguém.

Gus: A partir daqui é tua parte. - ele me empurrou contra a rua que dava pro posto.

Minha pessoa: O que eu falo!

Gus: Sei lá! Só pega o dinheiro.

Minha pessoa: Ei. - olhei pro Leandro – Tu que teve essa ideia. O que eu falo?

Leandro: Eu não tenho a mínima ideia.

   Leandro estava apoiado em um poste com os braços cruzados e com um sorriso estampado, novamente. Atravessei a rua sem tirar se quer a mão do bolso com a arma. Olhei em volta e confirmei se não tinha ninguém, olhei pro Gus do outro lado da rua e ele só fazia um sinal de joinha com a mão, mandando eu entrar.

  Coloquei o pé direito em frente a porta que dava para a loja, abri a porta e um sino tocou, quase que morri, mas era apenas um som que dava quando alguém entrava. Tinha uma mulher de 34 e poucos anos assistindo uma novela na mini TV. Ela olhou pra mim e voltou a assistir, é incrivel a alienação desses seres. Comecei andar pela lojinha e comecei a mexer nos objetos que lá existiam. Olhei para o vidro que dava pra rua e eles não estavam mais lá, estou com medo. Continuei andando e comecei a folear umas revistas.

Moça: Nós daqui a pouco iremos fechar. - disse em um tom arrogante.

Minha pessoa: Não é aberto 24 horas?

Moça: Não. - Ok

   Fui em direção a ela e me apoiei na bancada. Comecei a encara-lá e me deparei com um postêr de uma banda atrás dela.

Minha pessoa: Gosta do U2? - perguntei.

Moça: Não. - ela se assustou comigo na bancada – É só isso?

   Ela olhou para minha mão e viu que não tinha nada.

Minha pessoa: Sim.

Moça: Mas… você não pegou nada menina.

Minha pessoa: Sim.

   Retruquei a arrogância. Agarrei mais forte na arma de brinquedo e tirei apenas o cabo pra fora. Ela ficou pálida.

Moça: Você vai… vai me assaltar? - ela tremia.

Minha pessoa: Sim.

Moça: Mas…

Minha pessoa: Quero o dinheiro. - tirei a arma por inteiro e apontei em direção a ela.

Moça: Por favor, não me machuque.

Minha pessoa: Já disse, o dinheiro. - apontei com a arma pro caixa. Ela pegou todo o dinheiro.

Moça: Mais alguma coisa? - ela gaguejava.

Minha pessoa: Uma Pepsi. - estava com sede.

Moça: Só? - me deu a bebida.

Minha pessoa: Sim. - coloquei o dinheiro no bolso – E faça a gentileza de não ser arrogante. Agradecida.

   Sai da loja e respirei fundo, abri a latinha de Pepsi e bebi em uma goleada só. Eles tinham sumido de verdade. Olhei para os lados e resolvi entrar num beco e ir embora pra casa.

Leandro: Parabéns.

   Com as mãos no bolso a sombra foi se desfasendo e o Leandro apareceu.

Minha pessoa: Toma. - dei o dinheiro a ele.

Leandro: Eu só quero um gole.

Minha pessoa: Acabou… a Pepsi.

Leandro: Guarde o dinheiro, vamos ir comer. Gosta de comida italiana?

                    …

   Leandro era um garoto que vive nas ruas – pelo que ele me falou -, os pais viajam sempre então ele não fica em casa. Ele é engraçado.

Minha pessoa: Por que pediu para eu assaltar aquele posto? - já tinha comido 2 pratos de espaguete.

Leandro: Eu sempre peço. - sorriu.

   Ele tinha 18 anos e estudava no mesmo colégio que Gus. Agora não faz nada da vida.

Minha pessoa: Por que quando uma menina que estava na rua com o grupo, disse que `ele´ me levaria?

Leandro: Gosta de fazer perguntas, né? - e ele já tinha bebido uns 3 copos de cerveja. - Bom, eu sou meio que um ladrão. - assustei.

Minha pessoa: Tu não parece ser ladrão.

Leandro: Meu disfarce.

   Pelo que ele disse. Quando era pequeno, Leandro gostava de roubar coisas dos amigos e às vezes atirava em passarinhos em galhos e etc. E quando tinha uns 15 anos, botou isso em prática já que seus pais estavam viajando e ele não tinha comida. Com isso, o garoto começou a gostar de roubar.

Leandro: Eu não sou uma boa pessoa…

Minha pessoa: Tu arrasta todo mundo pro teu lado?

Leandro: Só os que são bons. - sorriu – e tu é boa.

Minha pessoa: Eu até que me dei bem…

                   …

   Terminamos de comer e ele perguntou se eu não queria que ele me levasse pra casa, já que estava de noite e eu poderia ser assaltada. Achei meio estranho, ele é um ladrão e diz que a noite tem assaltos e tal, e acha melhor eu ir com ele. Mas aceitei.

   Entramos no metrô e nos sentamos. Estava vazio.

Leandro: O que faz?

Mnha pessoa: Como assim?

Leandro: O que faz da vida.

Minha pessoa: Ah… eu estudo. - ele deu risada – que foi?

Leandro: Sério?

Minha pessoa: Pelo menos eu não fico assaltando todos os lugares que eu vejo pela frente. - ele se calou – ei, desculpa.

Leandro: É que não é bem assim.

Minha pessoa: Oi?

Leandro: Eu também… às vezes quer dizer – ele abaixou a cabeça – eu mato.

   Calei-me e fiquei de boca aberta. Ele olhou pra mim e começou a dar risada.

Leandro: Ei, to brincando idiota.

MInha pessoa: Puta merda, Leandro.

Leandro: A tua cara, mano. - ele riu – foi tipo – ele me imitou. Mas… Hum, qual o seu nome?

Minha pessoa: Katrina.

Leandro: Como o furacão?

Minha pessoa: AH, cala boca.

                 …

   Leandro me deixou um quarteirão da minha casa e voltou ao metrô. Cheguei em casa, abri a porta e o Charles estava dormindo no sofá e um filme antigo passava na TV.

Minha pessoa: Charles, vai dormir na cama.

Charles: Eu estava te esperando, foi boa a festa?

Minha pessoa: Sim, foi ótima.

1 year ago with 2 notes

Anonymous: Cadê a segunda parte? Já é sexta :ccc boladíssima.

Poxa, desculpa. A merda do professor tinha falado que era pra estudar que a tarde ele ia fazer uma chamada oral. Mas o capítulo já esta pronto. Irei postar (: Desculpa, sério.

1 year ago with 0 notes

Capítulo postado, espero que gostem.

OBS.: Segunda parte sai até sexta.

1 year ago with 0 notes

Cap. 2 

  Contei para Charles sobre a festa e ele ficou feliz pela minha pessoa ter aceitado a ideia de Gus.

                      …

   Já era domingo, Gustavo não parava de ligar em casa para saber se comprava salgados ou pizzas. Nesse sentido ele até parece uma mulher. Desci as escadas e fui na cozinha, o meu leite não estava na mesa, nem as minhas bolachas. Olhei pra boca do fogão e vi um bilhete.

` Katrina, meu chefe pediu a minha ajuda hoje no bar, pois terá um aniversário. E você sabe como eu gosto de ser pontual. Pedi para o Charles comprar algumas coisas para vocês comerem no café e no almoço.

                                                                    Com carinho, Tia Bea.´

   E lá estava Charles, tentando fechar a porta com umas 5 sacolas entre os dedos. Fui até ele e ajudei-o.

Charles: A Bea pediu para que eu comprasse uns treco.

Minha pessoa: Eu sei – tentei segurar a risada – Charles, a gente tem comida em casa.

Charles: Eu sei, mas… eu tava com fome.

Minha pessoa: Ah, entendi.

   Coloquei as compras no balcão da cozinha e me sentei prestes a ver o estrago que Charles iria fazer na cozinha.

Charles: Bom… estava pensando que no almoço nós poderíamos comer em algum lugar. - foi abrindo os armários.

Minha pessoa: Nós poderíamos ir na casa do Oli. Lá deve ter comida e o amigo dele cozinha bem. O Tavares.

Charles: Boa ideia. Bom… o que tu come, Katrina.

Sorri.

                 Horas depois.

   Estava andando com Gus no centro e ele resolveu entrar em uma loja que vendia adereços para festas.

Gus: Convidei uns amigos do colégio que estudavam comigo, da facul, do bar e umas gurias bonitinhas e fofinhas que talvez tu faça amizade.

Minha pessoa: Não prometi que iria fazer amizades, só falei que iria ir e fazer a playlist. - o encarei.

Gus: Porra, Katrina. Eu já tenho tudo programado. Tipo, vamos jogar uns jogos – frase bem feita – depois a pizza irá chegar, nós comemos e bebemos. Depois é PARTY ROOCK!

   Nesse momento, a loja inteira se virou contra nós e olharam na nossa direção. Eu sei que o Gustavo gritou, mas não era pra tanto… só foi um gritinho.

   O Gustavo foi pra casa junto comigo e de lá, Charles foi com a gente pro apartamento do Oli. Charles resolveu passar no mercado e comprar um vinho para eles beberem.

   Nunca fui de beber, mesmo eu sendo de menor. Sempre achei vinho bebida de viado – sem preconceito.

Gus: Então… terminou a playlist?

Minha pessoa: Ahan.

Gus: Sério, tu vai curtir. A gente faz um jogo da garrafa – não deixei ele continuar.

Minha pessoa: PORRA GUSTAVO TÁ DOIDO? NEM CONHEÇO OS SEUS AMIGOS.

Gus: Não precisa gritar, Katrina. - Charles voltou.

   Chegamos no apartamento e subimos a escada, já que o elevador estava quebrado - como sempre. O prédio que o Oliver mora até que é bonito – no meu ponto de vista. Tinha umas pixações na frente e era um prédio antigo. O porteiro, Fernando, era uma boa pessoa também. O Charles tocou a campainha.

Xavier: Tio Charles? - Xav sempre o chamava assim.

Charles: E aí, campeão!

Xavier: Que bom ver vocês aqui, entrem ae.

   Xavier sempre foi um bom amigo e sempre foi diferente do Oli. Quieto no canto dele, um sorriso pra lá, outro pra cá. Abraçou-me e fomos até a sala.

Xavier: O Oli e o Tavares foram comprar um frigobar… - disse sem jeito – Desculpa, não sabia que vocês iriam vir aqui, eles nem me avisaram.

Charles: Não, Xavier. A gente queria fazer uma surpresa, não se preocupa.

Xavier: Fiquem a vontade, vou pedir uns salgados aqui.

   Depois de um tempo conversando, a comida chegou. O Gus tava morto de fome e repetiu umas 4 vezes. A campainha tocou. Era o Oli e o Tavares com umas 2 meninas em cada ombro.

Tavares: Chegamos! - disse com um tom de bêbado.

Xavier: Er, oi. Entrem, seu tio está aqui, Oliver.

Oliver: TIO! QUE BOM VER O SENHOR POR AQUI!

   Oli caiu no sofá com as duas moças e o Tavares foi pro quarto com as outras duas.

Charles: Onde tu tava? - cruzou os braços.

Oli: Eu fui ver o frigobar né – soluçou – dai eu vi essas duas beldades no barzin da esquina – mordeu a orelha das duas – e resolvi trazer pra cá.

   O Xavier ficou sem jeito, ele sempre ficou sozinho no apartamento e já tinha presenciado isso antes, mas estava com vergonha da gente ter visto.

Xavier: Oliver, vai com elas pro quarto… - abaixou a cabeça.

Oliver: Mas é claro! Meninas, vem com o papai.

   E elas foram. Passou-se as horas e o Charles foi ver a Beatrice, e o Gus foi embora terminar as coisas pra festa. Ele até perguntou pro Xav se ele queria ir, mas estava estampado na cara dele a palavra `não´. Sentei-me na varanda - até hoje só vi uma planta morta naquele lugar.

Xavier: Posso sentar aqui com tu?

Minha pessoa: A casa é tua, Xav. - sorri.

Xavier: É verdade… olha, desculpa por aquilo. - ele apontou pro quarto dos dois.

Minha pessoa: Não, tudo bem.

Xavier: Tu nunca foi de festa né, Katrina? - ele olhou pra mim.

Minha pessoa: Não, mas o Gustavo quer que eu seja social. - abri um sorriso amarelo e ele retribuiu.

         Já no horário da festa de Gus.

   Meia-noite. Terminava de comer uma maça e iria para casa de Gus, com o CD entre os dedos.

Charles: A Bea já está voltando, não quer esperar ela?

Minha pessoa: Charles, tu acha que eu não quero? Mas o Gus já deve estar com a cabeça a mil.

Charles: Tudo bem, boa noite e boa festa. Mera mortal. - ele sorriu.

Minha pessoa: Pra ti também, mero mortal. - retribui.

   Peguei o CD e uma mochila vazia. Sempre achei belo uma moça andar com uma bolsa, ou uma mochila nas costas, mas a diferença entre eu e elas é que, elas tem coisas belas para colocar dentro da mochila. Elas tem com que se preocupar, pode ser com a aparência, trabalho ou o amor. Eu não.

   Fui até o metrô e peguei caminho a casa do Gus. Gosto do metrô, é tão grande, depois vai ficando pequeno… É como a minha alegria, que belo. Mas nesse horário só tem as pessoas que trabalham e alguns músicos tentando ganhar dinheiro.

             …

   E lá estava aquele lixão que é a casa do Gustavo. Não, nunca foi uma casa com um jardin na frente e bêbados jogando conversa fora sobre a filosofia da vida e sobre a constelação, e pessoas com copinhos vermelhos bebendo vodka o dia inteiro, com um som alto. Não. A casa do Gus sempre teve lixo no portão, a casa é fechada, com nenhuma grama se quer. Tem o fedo do Gus mesmo. A porta estava aberta então entrei. Agora sim parece uma festa de filme americano. Os sofás estavam ocupados por casais e gente se pegando, pessoas na escada descendo no corrimão e na cozinha os ármarios abertos e caixas de pizzas na bancada, e indo pros corredores só se via gente bêbada. Subi as escadas e a música que estava tocando lá em baixo começou a ficar `abafada´. Segui os rastros do cheiro de cigarro e cheguei no quarto do Gus. O quarto do Gustavo para ser mais direta, é enorme. Como ele veio de uma família hippie o quarto é bem arejado e cheio de postêres com mandalas e colchões. Desta vez o quarto só se via fumaça e algumas pessoas conversando. Me aproximei dos colchões e vi o Gus, sentado em um deles conversando com uma garota e um moço.

Gus: KATRINA! Sente-se aqui com a gente. Pode botar o CD ai na bancada. - ele apontou pro nada.

Minha pessoa: Tá… - sentei e coloquei o CD no chão.

Gus: Quer? - ofereceu o cigarro.

   De alguma forma acho o cigarro uma coisa tão chata. Tu gasta seu dinheiro para se matar, tem pessoas que falam que tem vício e não conseguem parar de fumar. Eu sei que isso é mentira, pois, acho que todos deviam ter consciência de não ter vício em alguma coisa que te mata, só se tu quiser propriamente se matar.

Gus: Esse é o Bernardo e essa é a Gabriela, conheci eles no Dooke´s. - ele queria mesmo que eu ficasse social.

Bernardo e Gabriela: Oi.

Minha pessoa: Olá.

   Depois de um bom tempo só observando o que ocorria naquela festa estranha e com gente esquisita. Eu não comi absolutamente nada, então decidi ir a cozinha. Por incrivel que pareça lá estava vazio, só se ouvia a torneira pingar algumas gotas em uma panela com alguns milhos queimados. Sentei na bancada e vasculhei pelas caixas de pizza se tinha alguma, até que achei um de 4 queijos e comi. Fiquei olhando o micro-ondas espelhado e fiquei me olhando por um bom tempo.

                  …

Gus: Ei, Katrina. Vem jogar um jogo com um grupo aqui.

   Desci do balcão e fui junto a Gustavo. A brincadeira era em um quarto de hóspedes vazio. Os pais de Gus estavam fazendo uma viagem a mais de 3 anos e deixaram a casa para ele, ver se ele era responsável. Acho que quando eles voltarem iram ficar decepcionados. Sentei na cama com mais umas 6 pessoas e fiquei quieta. O Gus se sentou do outro lado. Um moço ficou me olhando por uns 3 minutos e depois parou prestando atenção do que o Gustavo estava dizendo sobre o jogo.

Gus: Bom, ele funciona da seguinte maneira. Eu giro está garrafa e a ponta é quem faz o desafio para a outra pessoa. Mas, gente, não faz aqueles desafios de criancinha, pelo amor de deus. - ele já estava bêbado – vamos começar.

  Minha pessoa começou a ficar sem jeito já que nas primeiras rodadas alguns pediam para tomar uma garrafa de tequila inteira, outros pediam para as moças tirarem a roupa e outros começavam a vomitar no meio do jogo. Até que chegou a minha vez, na verdade, o menino que estava olhando para mim iria perguntar.

Gus: CALA BOCA GENTE. É O LEANDRO QUE VAI FAZER O DESAFIO.

Todo mundo de repente engoliu a língua. As minhas mãos começaram a ficar suadas.

Leandro: Aquele posto, da esquina. - ele tinha uma voz rouca.

X: ELE VAI PEDIR PRA ELA BATER PONTO! - uma voz disse.

Leandro: Assalta.

                                   Continua…

1 year ago with 0 notes

Cap. 2 sai hoje ainda.

"É angustiante não conseguir escrever. Você tenta, tenta e tenta de novo e não sai nada. A escrita é um refúgio e se você não tem onde se refugiar você se silencia, se aquieta, se inquieta. Não da pra parar de tentar, a gente tenta o tempo todo, mas acontece sempre a mesma coisa, não há nada tão ruim que o backspace não possa reparar. Eu queria escrever tudo o que eu penso sem precisar apagar nada. Mas é difícil, conforme o texto vai se formando, lembranças vem e sua cabeça e te falta apenas coragem pra falar tudo de uma vez. E então você se refugia, dizendo o que deveria fazer, falando sobre como o mundo é hipócrita e no fim acaba fugindo do real objetivo, falar de um amor. Foi isso que eu fiz, tentei escrever sobre você hoje, várias vezes, eu juro que tentei. Culpo o Backspace por não deixar, a minha mente por me culpa, e meu coração por não tentar."
Estou tão inquieto e o backspace não me deixa escrever.  (via se-eu-pudesse)

1 year ago with 303 notes

Anonymous: vai postar mais? quando?

Estou terminando o segundo capítulo, talvez amanhã eu poste.

1 year ago with 0 notes

Where is My Mind // Pixies

1 year ago with 881 notes